Coisa maravilhosa seria
ultrapassar as barreiras invisíveis e adentrar no mais profundo abismo da
magnitude do universo. E, sentir com plenitude a verdadeira razão da
existência.
Quão maravilhoso será poder ir
além das razões estabelecidas e compactuar com o surgir dos elementos genuínos
da graça humana. Fugir das confusões estereotipadas e das insistentes
padronizações do racionalismo.
Constituir-se em algo formidável
e “mágico”...
Sentir a paz e a luz dos sentidos
medievais do abismo universal e de sua longínqua obscuridade, a formidável
sensação do “não existir”.
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