Quem sou eu?

Escritos de uma "Einstein" é um blog de uma jovem que cultiva a cada dia o dom de escrever. Cujos textos esboçam suas análises, críticas e por que não, devaneios. Afinal, de louco todo mundo tem um pouco! ;)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

A magia dos filmes dos anos 90







Quando ligo a tv - à tarde ou à noite - concomitantemente surge aquele trabalho singular que fez meus olhos juvenis brilharem em outrora. Combinando lembranças com cheirinho de doces, no qual, me faziam companhia.

Glorificos foram meus anos 90. Datam-se do período da minha infância, das muitas vezes na companhia da vó sentada em seu cantinho no sofá, distraída ou apenas acompanhando o deleite de sua neta em frente da coisa mais sublime que haviam inventando - a televisão.

A famosa "Sessão da tarde" durante muitos anos foi meu cantinho particular, onde obstruía minha inquietante mente de assuntos domésticos para fluir por becos cinematográficos. Recheados  de fantasias e adrenalina intuitiva. 

Quem não se lembra de "Esqueceram de mim 1 e 2", "Gasparsinho", "Free Willy", "Lesy" (os filmes de cachorros sempre eram os prediletos), sem mencionar os filmes de desenhos!  
Sem medo de errar garanto-lhes... Foram os melhores anos da minha vida. 

Mesmo com os percalços que insistem em atrapalhar nossa congruente ingenuidade e desfazer heróis em mitos. Os nossos anos pregressos são a nossa alegria quando nos sucumbimos às lembranças.

Saudade é um sentimento efêmero e sem data de validade, que nos pega pela mão sem nos dizer seu roteiro. É egoísta por não nos permitir um bis, e saudosista por ser nostálgico.

Bendito seja o cinema antigo e suas facetas futurísticas. Mesmo com o desenvolvimento da parafernália que enseja  na confecção da cinematográfica moderna, devo dizer-lhe com a maior satisfação: nada é tão maravilhoso quanto assistir há um filme dos gloriosos anos 20,30... Ah! como amo Chaplin.

Tudo que permeia a conjectura de nossa satisfação imediata - de entretenimento ou social- é fantástico. 

Quero eu, hoje, aquele filme apaixonante, não importa sua origem mas apenas sua mensagem. Com gosto de sonho de valsa e pipoca com sal! Ou caramelho e sua metade chocolate, do zorro, e da
galera da Looney Tunes - do pernalonga, frajola e patolino.

Sejam quais forem as predileções, nada do que há hoje é parecido com o que tivemos ontem, E, que seus filmes com gostinho de infância te chamem sempre! De preferência numa tarde chuvosa, numa sala vazia e um cobertor aconchegante.

Bons filmes!



Nenhum comentário:

Postar um comentário