É difícil dizer quando ou como comecei a odiar certos hábitos ou mesmo "clichês". Não sou das mais formidáveis criaturas e, portanto, não cabe a mim ater-me em maestria.
Sou pega vez ou outra a indagar-me e irar-me diante das fragilidades sentimentais e comportamentais do homem ("homem" no sentido genérico da espécie humana). Primariamente, somos compelidos a socialização, sendo esta muitas vezes mesquinha e egoísta. Posteriormente todos os pequenos enlaces que ali, naquele breve instante se formam, se tornam fadados a falência. Ah! como nossos sentidos são tortuosos" Além disso, são deliberadamente extirpadores de relações.
Meninos! Meninas! ou senhores e senhoras. Seja lá como lhes convier. Não busquem complicar aquilo que é límpido e de fácil manuseio.
As relações são construídas e modificadas de acordo com a moda. Ok! Assim como roupas e nomes, os relacionamentos também tem o seu tempo de ser e coexistir. Se é assim que construímos, pois saibamos então lidar. Ou... Ou?... Ou! Transformem de NOVO! Ora, se já não saibamos mais como agir e que status de relacionamento possuímos, então chegara o momento de abster-se do modelo e deliberar sobre o quão idiota é assumir um modelo que se quer sabe utilizar.
É triste, e insinuosamente perceptível o caos que irá se estabelecer.
Estudiosos da Sociologia ficam abismados com as mudanças elencadas pela a humanidade por um decurso temporal demasiadamente curto. A partir dos anos 1900 as sociedades transmutaram suas formas e ideologias. Confesso que sou amante das boas formas e crenças de outrora. A delicadeza e o respeito na sua forma mais elegante fascinam-me os instintos.
O desenvolvimento tecnológico, é claro, nos concederam ferramentas para extinguir antigos problemas, mas que infelizmente ainda coexistem mesmo que de maneira branda.
"Prefiro um gesto que me traga um sorriso no rosto a um objeto com falsas promessas."

