Quem sou eu?

Escritos de uma "Einstein" é um blog de uma jovem que cultiva a cada dia o dom de escrever. Cujos textos esboçam suas análises, críticas e por que não, devaneios. Afinal, de louco todo mundo tem um pouco! ;)

segunda-feira, 16 de junho de 2014

"Dias comuns"




Vivendo e sobrevivendo...
Hoje acordei e senti-me anestesiada pela nostalgia, esses dias são particularmente "comuns", dias que se foram e dias vindouros... circundam o vai e vem do tempo.
Existem dias que tudo parece inalcançável... Tão distante e imperceptível ao toque que você se fecha na sua própria realidade, nas suas próprias ideias pessimistas do que há de acontecer.
Sabe que tudo é questão de tempo, questão de esperar,questão de se mostrar! Mas não é tão simples assim.
Ninguém é auto suficiente, e indubitavelmente todos são coautores de suas próprias vidas. Mesmo que determinadas situações dependam "exclusivamente" de atos próprios e unilaterais, também sempre irá existir aquelas que ocorrem porque alguém o(a) solicitou, você se interessou em algo porque alguém lhe inspirou, você fez algo porque alguém lhe pediu, você está triste porque situações adversas o(a) decepcionaram...
Algumas frases tem a máxima de nos trazer conforto, mas elas não são de toda verdade. Elas tem o poder de despertar aquilo que você próprio deixou inerte dentro de si, o florescer de suas faculdades é responsabilidade só sua. Essa libertação é por hora assustadora e inibe o menor esforço, e sem uma dose de estimulo ela por certo decairá. 
Algumas histórias de vida são demasiadamente inspiradoras, mas não devem ser colocadas como prerrogativas de alvo a ser atingido. São tão somente aquilo que são: uma bela história de alguém que soube trilhar seu próprio caminho, seja através das pedras, espinhos, ou ambos, pois não existem caminhos vitoriosos de algodão.
Tem dias que palavras, o silêncio de uma companhia e uma boa paisagem é tudo o que nossa alma precisa. Assim como o corpo precisa de folga a mente necessita se desraigar e plainar sob outros horizontes...  É simplesmente fantástico o nada, o mirar, infinitas conexões de pensamentos e auras. Dessa forma o dia muda e sensações boas lhe dominam e esquece-se de tudo o quanto lhe perturbava.
Não busque felicidade tão somente em festejos, que por hora, denotam uma falsa alegria. Mas alicerce sua felicidade na calmaria e no voo de suas próprias ideias, uma conversa agradável repleta de coerência ou mesmo incoerências de pontos de vistas elevam a sua própria satisfação pessoal.
A sobriedade é fascinante quando se sabe apreciar. Asim como a simplicidade é a rainha de todas coisas.











quinta-feira, 5 de junho de 2014

Comentário sobre: Morte Súbita de J.k. Rowling




Li Morte Súbita em dezembro de 2013 à janeiro de 2014, comprei o mesmo cheia de esperança na narrativa propagada, no entanto, sinceramente, é um livro que deixa muito a desejar.
 A escritora aparece com uma temática totalmente diferente da consagrada trilogia de Harry Potter. A história tem uma perspectiva interessante a cerca da "aparência que as pessoas pretendem mostrar, em detrimento daquelas que escondem detrás das portas de suas casas"; preconceitos; julgamentos; hábitos e costumes por vezes questionáveis pela sociedade; drogas; amor e ódio; segredos. No entanto, o único momento que você diz: "humm, gostei" ou "opa! que surpresa", se concretiza apenas no fim da história. 
Vale ressaltar que é uma história longa, e também cansativa, mas não pelo volume de páginas pois este nunca foi um percalço para mim, mas pelo fato de se tornar enfadonho. Então você acaba lendo por obrigação, ou seja, um pacto que se faz de terminar o que começou. 
Salva-se na narrativa alguns trechos, pelos quais, sustenta seu ínfimo interesse. 
Não entendo o alvoroço que se faz por essa obra. Ela está no ranking dos mais vendidos no Brasil sem citar outros países.
Confesso que foi decepcionante. Acredito que a autora poderia ter aproveitado melhor o cenário e os personagens que tinha em mãos, não precisando guardar a emoção somente para os acréscimos do segundo tempo.
Enfim, minhas considerações finais são:
Existem livros melhores para ler! Mas, se por ventura, você ler uma crítica positiva ou achar o resumo da história interessante, arrisque-se.