Quem sou eu?

Escritos de uma "Einstein" é um blog de uma jovem que cultiva a cada dia o dom de escrever. Cujos textos esboçam suas análises, críticas e por que não, devaneios. Afinal, de louco todo mundo tem um pouco! ;)

domingo, 6 de outubro de 2013

DIANTE DA VIDA - SHAKESPEARE

Um belo texto desse gênio da dramaturgia internacional.

"DIANTE DA VIDA"



"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E começa aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.



Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.


Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.



Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

 Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.


Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.


Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.



Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.


 E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dádivas são traidoras e nos faz perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse 
o medo de tentar."



INCONGRUÊNCIA

As mais belas palavras muitas vezes são ditas sem significado. O ser humano tem a sutileza de dispor delas sem realmente empregar o  seu significado natural. Paradoxo talvez, ou simplesmente se trata de disfarce. Mascarar suas verdadeiras intenções em prol do que seria ideal.
A máxima da maioria das sociedades contemporâneas é nutrir no seu íntimo a destreza de manipular as emanações verdadeiras da alma. O "querer" instantâneo mostrou-se cruel, e muitas vezes cobra o tempo que seria dedicado a simples acontecimentos da vida. Ninguém obstina-se a apreciar eventos naturais, não referi-mo simplesmente a natureza no seu aspecto amplo, mas a quaisquer evento que ocorra de forma imperceptível aos olhos angustiados e apressados. As formas tornaram-se obsoletas e pouco apreciáveis, o que se falar então das qualidades!
Assusto-me quando escuto falacias alheias empregadas no culto indiscriminado da aparência alheia e da sua própria também. Afinal, seria um ideal de "igualdade" externa que a humanidade está a procura? O que seria isonomia no seu sentido filosófico, e o que seria na mente dos indivíduos? Igualdade no seu sentido constitucional apregoa a possibilidade de que todos vivam de forma digna e que gozem dos mesmos direitos individuais, afastando suas qualidades físicas e racial. Diferentemente do que é dito, ver-se atos incoerentes com o ideal de seres humanos outrora vislumbrado e desejado por muitos pensadores e mestres.
Por que é tão difícil simplesmente viver sem apresentar padrões e instaurar comparações tolas de indivíduo para indivíduo? Por que essa necessidade de desvalorizar o que outrem acredita? As pessoas são incessantemente decepcionantes. Não somos perfeitos, e tão pouco alimento uma perspectiva utópica para a sociedade. Apenas nutro um conceito cético quanto a "moral" e os "valores" humanos diante do querer individual "EU".



sábado, 13 de julho de 2013

sábado, 6 de abril de 2013

Cultura política e leituras do passado - LIVRO E COMENTÁRIO


Um breve resumo à cerca do conteúdo do livro: Cultura política e leituras do passado.
Um ótimo livro, permeado de pluralidade de perspectivas, mesclando a cultura social e política com as referências históricas do Brasil, desde a era colonial. Vale a pena ler!






A construção de uma cultura política e de uma cultua histórica, vincula-se fortemente à implementação de políticas públicas, em participar sob regimes autoritários, que investem de maneira consciente e eficiente na busca de sua legitimidade, mobilizando valores, crenças e tradições da sociedade, com destaque para os que se referem a uma herança e passado histórico em comuns.

O estudo do passado deve servir como uma lição de esperança. Ensina que mudanças podem ocorrer, que há sempre alternativas abertas para as pessoas fazerem sua história.
Cultura histórica é a "relação que uma sociedade mantém com seu passado".
"Só teremos algum futuro se quisermos e fizermos um presente". (Calvino).
A condição política empreendida por nossas elites é responsável pelo "atraso" vivenciado pelo país.
Toda política do pós - 37 era uma reação ao "materialismo" anterior que, segundo os editoriais, romantizaram o futuro, hipervalorizava o presente e condicionava o passado.
Não temer o passado, portanto, transformava-se numa espécie deprimeiro mandamento para o Estado Novo.
Para o Estado Novo: " A necessidade do passado, sua inscrição com "fonte" da nacionalidade e, por conseguinte, como bússola da política, advinha muito mais da orientação que os ideólogos do regime sustentavam de que não haviam governos bons ou maus - não havia modelos universais -, e sim governos adequados ou não a uma realidade singular".
Historiadores tem concluído que políticas tem se constituído em favor de agregação social, constituição de uma visão em comum da vida em sociedade, de uma leitura como do passado como do futuro.


"CRIAR, CONSTRUIR, IMAGINAR" 

"Riqueza" por Kafka




"O que é a riqueza? Para um, uma velha camisa já é riqueza. Outro é pobre com dez milhões. A riqueza é algo completamente relativo e insatisfatório. No fundo, não passa de uma situação peculiar."

- Franz Kafka

- KAFKA

                   

"Todas as revoluções se evaporam e deixam atrás de si apenas o limo de uma nova burocracia."




- FRANZ KAFKA
1883 // 1924

"O PODER POLÍTICO, CIENTÍFICO, SOCIAL DEVE SER USADO PARA PROMOVER OS OUTROS E NÃO PARA SUBJUGÁ-LOS, SILENCIÁ-LOS."

- Autor Desconhecido



"A VIDA"

A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo,
Sem tira-las do meu coração.
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostra-las que sou diferente do que elas pensam.
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar.
Calar-me para ouvir.
Aprender com os meus erros.
Afinal, eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças.
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas.
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho.
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos.
Perdoar incondicionalmente,
Pois, já precisei desse perdão.
                                                         Amar incondicionalmente,
                                                          Pois também preciso desse amor.
                                                          A alegria a quem precisa...
                                                          A pedir perdão...
                                                          A sonhar acordado...
                                                          A acordar para a realidade...
                                                          A aproveitar cada instante de felicidade...
                                                          A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar...
                                                          Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",      
                                                          embora nem sempre consiga entendê-las...     
                                                          A ver o encanto do pôr - do - sol...
                                                          A sentir a dor do adeus e do que se acaba, 
                                                          sempre lutando para preservar tudo o que é importante
                                                          para a felicidade do meu ser...
                                                          A abrir minhas janelas para o amor...
                                                          A não temer o futuro...
                                                          Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
                                                          como um presente que da vida recebi,
                                                          e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenho que 
                                                          lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
                                                          Sou feliz, amo minha vida, minha família, meus amigos, 
                                                          meus colegas, meus rivais!    
                                         
                                                          - CHARLES CHAPLIN  

"A VIDA"


- BREVE BIOGRAFIA - CHARLES CHAPLIN





- BREVE BIOGRAFIA - CHARLES CHAPLIN


Charles Spencer Chaplin,  mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres, 16 de abril de 1889— Corsier - sur - Vevey, 25 de dezembro de 1977), foi um ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. É bastante conhecido pelos seus filmes O imigrante, O Garoto, Em busca do ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, o comdediante francês Max Linder, a quem dedicou um de seus filmes. Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nos teatros do Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade. Sua vida pública e privada abrangia adulação e controvérsia.
Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky.
Charles Spencer Chaplin, que era canhoto.Seus pais eram artistas de music-hall; seu pai, Charles Spencer Chaplin Sr., era vocalista e ator, e sua mãe, Hannah Chaplin (nascida Hannah Harriet Pedlingham Hill), era cantora e atriz. Chaplin aprendeu a cantar com seus pais, os quais se separaram antes dele completar três anos de idade. Após a separação, Chaplin foi deixado aos cuidados de sua mãe, que estava cada vez mais instável emocionalmente.
O pai de Chaplin, Charles Chaplin Sr., er aalcoólatra e tinha pouco contato com seu filho, apesar de Chaplin e seu meio-irmão morarem durante um curto período de tempo com seu pai e sua amante, Louise, na 287 Kennington Road, onde atualmente há uma placa em homenagem ao fato. Os meio-irmãos viviam ali, enquanto sua mãe, mentalmente doente, residia no Asilo Cane Hill em Coulsdon. A amante do pai de Chaplin enviou o menino para a Archbishop Temples Boys School. Seu pai morreu de cirrose no fígado quando Chaplin tinha doze anos. 
Chaplin nunca explicou detalhadamente seus métodos de filmagem, alegando que tal coisa seria o mesmo que um mágico revelar seus truques. Na verdade, antes dele produzir filmes falados, começando com O Grande Ditador em 1940, Chaplin nunca começou a filmar a partir de um roteiro completo. O método que ele desenvolveu, visto que seu contrato com o Essanay Studios deu-lhe a liberdade de roteirizar e dirigir seus filmes, foi a partir de uma vaga premissa - por exemplo, "Carlitos entra em um spa" ou "Carlitos trabalha em uma loja de penhores". Chaplin tinha cenários já construídos e trabalhava com seu elenco estático para improvisar piadas em torno das premissas, quase sempre pondo as ideias em prática na hora das filmagens. Enquanto algumas ideias eram aceitas e outras rejeitadas, uma estrutura narrativa começava a emergir, muitas vezes exigindo que Chaplin refilmasse uma cena já concluída que poderia ir contra o enredo.
Esta é uma razão pela qual Chaplin levou muito mais tempo para concluir seus filmes do que seus rivais. Além disso, Chaplin era um diretor extremamente exigente, mostrando a seus atores exatamente como eles deveriam atuar e filmando dezenas de tomadas até conseguir a cena que ele queria. O animador Chuck Jones, que morava perto do estúdio de Chaplin quando era garoto, lembra de seu pai dizendo que viu Chaplin filmar uma cena mais de cem vezes até ficar satisfeito. Esta combinação de improvisação do enredo e perfeccionismo —que resultou em vários dias de esforço e milhares de metros de filme desperdiçados, tudo a um enorme custo —quase sempre revelou-se muito oneroso para Chaplin, que muitas vezes descarregava sua raiva e frustração em seus atores e sua equipe, mantendo-os esperando parados durante horas ou, em casos extremos, cancelando completamente a produção. As técnicas de Chaplin foram descobertas somente após sua morte, quando as raras tomadas de pré-produção e cenas cortadas de seus filmes foram cuidadosamente analisadas no documentário britânico Unknown Chaplin, de 1983.
Os últimos dois filmes de Chaplin foram produzidos em Londres: A King in New York (1957) no qual ele atuou, escreveu, dirigiu e produziu; e A Countess fron Hong Kong (1967), que ele dirigiu, produziu e escreveu. Chaplin também produziu  The Chaplin Revue, uma compilação de três filmes feitos durante seu período de parceria com a First National: A Dog’s Life (1918), Shoulder Arms (1918) e The Pilgrim (1923), para os quais ele compôs a trilha sonora e gravou uma narração introdutória. Adicionalmente, Chaplin escreveu sua autobriografia entre 1959 e 1963, intitulada Minha Vida, sendo publicada em 1964. Chaplin planejara um filme intitulado The Freak, que seria estrelado por sua filha, Victoria, no papel de um anjo. Segundo Chaplin, ele havia concluído o roteiro em 1969 e foram feitos alguns ensaios de pré-produção, mas foram interrompidos quando Victoria se casou. Além disso, sua saúde declinou constantemente na década de 1970, prejudicando todas as esperanças do filme ser produzido.
Em 1972, Chaplin ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora pelo filme Luzes da Ribalta, de 1952, que também foi um grande sucesso.
Chaplin também foi indicado ao Oscar de Melhro Roterio Original e Melhor Ator em O Grande Ditador em 1940, e novamente por Melhor Roteiro Original em Monsieur Verdoux em 1948. Durante seus anos ativos como cineasta, Chaplin expressava desprezo pelos Oscars; seu filho descreve que ele provocou a ira da Academia ao deixar seu Oscar de 1929 ao lado da porta, para não deixá-la bater. Isto talvez explique porque Luzes da Cidade e Tempos ModernosTempos, considerados por várias enquetes como dois dos melhores filmes de todos os tempos, nunca foram indicados a um único Oscar.
Em 23 de outubro de 1918, Chaplin casou-se aos 28 anos de idade com \Mildred Harris, que tinha então 16 anos. Tiveram um filho nascido deformado, que morreu três dias após o nascimento. Divorciaram-se em 1920 por conta de tudo que sofreram pelo filho.
Mais tarde, Chaplin namorou por anos Peggy Hopkins Joyce. O relacionamento que teve com Joyce inspirou Chaplin a fazer o filme Uma mulher de Paris.
Aos 35 e sozinho, apaixonou-se por Lita Grey, que tinha apenas 16 anos, durante as preparações de The Gold Rush. Mesmo ela sendo muito jovem, casaram-se em 26 de novembro de 1924, no México, quando ela ficou grávida. Tiveram dois filhos, Charles Chaplin Júnior e Sydney. Divorciaram-se em 1926, por causa de brigas. Nessa época a fortuna de Chaplin chegou a incríveis US$ 825 000.
Passado os anos, Chaplin casou-se secretamente aos 47 anos com Paulette Goddard, de 25 anos, em Junho de 1936. Depois de alguns anos felizes, este casamento também terminou em divórcio, em 1942, devido a problemas conjugais.
Após a separação, Chaplin namorou Joan Barry, atriz de 22 anos. Esta relação durou anos e terminou quando Barry começou a perturbá-lo, pois ele não a quis mais e ela constantemente perseguia-o com ciúmes. Em Maio de 1943, ela informou a Chaplin que estava grávida e exigiu que ele assumisse a paternidade. Ele tinha certeza que não era o pai, pois ela teve outros homens durante a separação. Então, exames comprovaram que Chaplin não era o pai, porém na época, os exames não eram muito válidos e a lei exigia que, por ele ter sido o último parceiro com quem ela apareceu em público, a lei entendia que mesmo ele não sendo o pai biológico, ele teria que assumir a criança, mesmo sem ser no cartório, e ele foi obrigado a custear as despesas da criança e ele se viu forçado a pagar US$ 75 por semana até que o filho de sua ex fizesse 21 anos.
Tempos depois, conheceu Oona O'Neill, filha do dramaturgo Eugene O’Neill. Se apaixonaram rapidamente e casaram-se em 16 de Junho de 1943. Ele tinha 54 anos enquanto ela somente 17, mas a enorme diferença de idade não diferenciou em nada. Este casamento foi longo e feliz. Oona, mesmo sendo ainda muito jovem, deu oito filhos a Charlie, o que o deixou em completa felicidade. O amor era tão grande que Charlie ficou com ela até sua morte, e Oona cuidou dele no fim de sua vida.
A saúde de Chaplin começou a declinar lentamente no final da década de 1960, após a conclusão do filme A Countess from Hong Kong, e mais rapidamente após receber seu Oscar Honorário em 1972. Por volta de 1977, já tinha dificuldade para falar, e começou a usar uma cadeira de rodas. Chaplin morreu dormindo aos 88 anos de idade em consequência de um derrame cerebral, no Dia de Natal de 1977 em Corsier – sur – Vevey, Vaud, Suíça, , e foi enterrado no cemitério comunal.
No dia 1 de março de 1978, seu cadáver foi roubado da sepultura por um pequeno grupo de mecânicos suíços, na tentativa de extorquir dinheiro de sua família. O plano falhou, os ladrões foram capturados e condenados, o corpo foi recuperado onze semanas depois, perto do Lago Léman, e novamente enterrado em Corsier-sur-Vevey, mas desta vez a família mandou fazer um tampão de concreto de 6 pés (1,80 metro) de espessura protegendo o caixão do cineasta, para evitar novos problemas. No mesmo cemitério, há uma estátua de Chaplin em sua homenagem.
Em 1991, Oona O'Neill, sua quarta e última esposa, faleceu e foi sepultada ao lado do cineasta.
Apesar de ser batizado pela Igreja da Inglaterra, Chaplin sempre se declarou agnóstico e ateu. Entretanto, algumas de suas frases e pensamentos citam "Deus", embora pelo conceito hermético admitem-se as citações como uma metáfora aludindo à potencialidade divina de cada indivíduo, sobretudo por ter declarado publicamente em diversos momentos não acreditar na existência de Deus.









"SENTIMENTALOGIA"


Nossas dádivas são traidoras, e de sempre em sempre, nos faz perder, se não fosse o medo de tentar.
As palavras são ditas, mas nem sempre ouvidas, ou ao menos observadas.
As ações são metódicas. Transluzem a insignificância do outro.
A matemática humana é de sempre acometida da subtração ou da divisão. A racionalidade emocional é tão complexa que mascara a verdadeira natureza do “querer”, do “sentir”.
Sentir-se bem é algo que todos buscam, mas que nem todos alcançam.
Enxergar a dor alheia é muito “ruim”, obscuro, inadmissível  A "sentimentalogia" que existe no interior de cada ser é paradoxal, intenso, incapaz de ser mensurado.
Determinar no outro aquilo que é almejado não contribui para a realização fática do sonho utópico. Lembrar, pois, que as mentes e corações são livres de ideias e sentimentos.
Dura realidade para alguns...
insignificante para outros.