Nossas dádivas são traidoras, e de sempre em sempre, nos faz perder, se não fosse o medo de tentar.
As palavras são ditas, mas nem sempre ouvidas, ou ao menos observadas.
As ações são metódicas. Transluzem a insignificância do outro.
A matemática humana é de sempre acometida da subtração ou da divisão. A racionalidade emocional é tão complexa que mascara a verdadeira natureza do “querer”, do “sentir”.
Sentir-se bem é algo que todos buscam, mas que nem todos alcançam.
Enxergar a dor alheia é muito “ruim”, obscuro, inadmissível A "sentimentalogia" que existe no interior de cada ser é paradoxal, intenso, incapaz de ser mensurado.
Determinar no outro aquilo que é almejado não contribui para a realização fática do sonho utópico. Lembrar, pois, que as mentes e corações são livres de ideias e sentimentos.
Dura realidade para alguns...
insignificante para outros.

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