“A vida é frágil e viver é um
lindo momento quando se sabe amar” (...)
Essa frase foi dita pela banda
Catedral em uma das suas mais célebres canções, “A tempestade e o sol”.
Transpassando um parâmetro entre duas vertentes imprescindível ao ser humano, sendo
de livre vontade ou não. “A vida é frágil”, ora, muitos dirão: “que frase mais
simplória pra se fazer uma reflexão!” Pois eu digo, não é uma frase qualquer a
preencher uma simples poesia destinada a uma canção. É um paradoxo proeminente
e perspicaz.
Não somos seres fracos, nossas
escolhas é que nos torna como tal. Afinal, muitas vezes decepções, frustrações
e até mesmo a morte são ocasionadas por escolhas. Mas, nos tornamos fracos
quando não percebemos perigos ou situações que estão evidentes, mas por motivos
a parte, não enxergamos e permanecemos no
engano. As mais singelas diferenças que existem no mundo vivente estão por toda
parte e em qualquer movimento realizado, confusões, dúvidas. “Ora, o que é
isso? Pra que aquilo?” Ou simplesmente, pequenas distinções sintáxicas que
torna algo tão distinto da outra... Palavras, ações, seres, situações, emoções,
quão diferentes são, e quão distante do entendimento humano insistem em estar,
ou simplesmente será porque não paramos para pensar?
Por muitas vezes me pego pensando nos
significados, nos sentidos que cada coisa encontra pra existir e assim
continuar no espaço. “Complicado e fácil” estão sempre um do lado do outro, não
importando a situação, sempre estão juntos. Isso que digo pode parecer um
turbilhão de pensamentos desencontrados que insisto em expor em um texto. Mas,
não! É muito simples. Essa notoriedade é que torna possível a reflexão. Para
tudo existe o oposto, mas em dados momentos não consiste em duas escolhas, mas
simplesmente no fato que um termo necessariamente precisa do outro.

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