Quem sou eu?

Escritos de uma "Einstein" é um blog de uma jovem que cultiva a cada dia o dom de escrever. Cujos textos esboçam suas análises, críticas e por que não, devaneios. Afinal, de louco todo mundo tem um pouco! ;)

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Velhos hábitos

(...)Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome ...
- Pitty - "me adora"

Em alguns textos passados já referir-me taxativamente aos constantes "EU's" que circulam por ai.
Não fui tão enfática quanto desejo fazê-lo agora. Simplesmente, não é possível mensurar os julgamentos
despudorados, os apontamentos desonrosos que são feitos por pessoas nas mais vastas e infindáveis situações.
"Ser ou não ser, eis a questão"? Ou melhor, posso ser, mas como poderei? Talvez essa deva ser uma das 
indagações mais recorrente na cabeça de muitos, ser podado por outrem na forma que deve ser e agir não é
algo fácil de digerir.
Vivemos na realidade da busca de "coisas", e não da apreciação do que é belo por natureza.
Não preciso discorrer sobre temas tão midiáticos como fora o da "Ditadura da beleza" por exemplo. Pois, espero despertar em quem está lendo a sensibilidade para perceber nas entrelinhas das minhas palavras e no ciclo social em que vive as diversas formas que "usamos" para menosprezar o diferente e casual.
Não seja tão grosseiro, um dia você precisa da gentileza.
Felizes os que encontram razão nas mais adversas situações. Dizem que somos racionais, essa afirmativa é correta, no entanto, não o somos em todos os aspectos cotidianos. Saber ponderar suas palavras nos momentos de conflitos é uma dádiva concedida a poucos, talvez com o tempo e auto controle seja possível "domesticar-se".
Não use de velhos truques para apontar os defeitos do próximo, mas lhe dê as ferramentas para perceber seus próprios atributos. É assim que os amigos agem, e acima tudo, é assim que o ser humano deveria manifestar-se.
Lembre-se que aquelas velhas máximas de "não fui com a cara de X" não lhe dá o direito de se resguardar quando aquele precisa de ajuda, ou simplesmente lhe demonstrar um ato de gentileza.
Sei que dar a mão a quem não faria o mesmo por ti é a mais difícil das tarefas, pois ninguém quer perder ou se sentir inferiorizado, acredite, entendo bem ... Mas, se todos agissem da mesma forma simplesmente a moral, e todos os sentimentos bons já tinham encontrado seu fim, e todos nós seríamos seus algozes.
Ás vezes é necessário ser o pioneiro, a permitir que o bem simplesmente pereça.



  


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